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A Raça

A RAÇA

O Boxer é um cão de guarda, muito utilizado para este fim e também para companhia. É uma raça popular, não há quem não conhece ou tenha conhecido um Boxer. Dotado de uma energia inesgotável, está sempre pronto. Adora brincar e estar com gente. Com crianças é um verdadeiro guardião e não se incomoda nunca com as incansáveis brincadeiras infantis. É tido por muitos como a babá dentre os cães, dado a sua extrema tolerância e dedicação aos pequenos. Na guarda atua com coragem. Seu caráter é franco. Inofensivo com os de casa, com estranhos é bastante desconfiado. Não é do tipo que precisa ser preso quando vem visitas, pois sabe bem discernir quando é a hora de atuar como guarda. De fácil manutenção e baixo consumo, é limpo e não é de latir desnecessariamente. Gosta de estar perto dos donos e atua melhor como guardião quando convive em casa. Gosta de atividade, afeto e atenção, mas não é de ficar solicitando a todo momento. Quando alegre e entusiasmado costuma balançar o corpo inteiro e dar saltos para mostrar o tamanho de sua alegria. Um macho adulto chega a pesar mais ou menos 30 kg e medir em torno de 61 cm. As fêmeas são um pouco menores e a altura ideal é em torno dos 57 cm e 25 kg. Não são cães que convivam facilmente com outros cães e outras espécies de animais, são preconceituosos, só respeitam os membros de seu clã, a menos que criados juntos desde pequeno, sendo mais fácil juntar um adulto com um filhote. Adultos de clãs diferentes vão apresentar dificuldade para  conviver em harmonia. São saudáveis e a pelagem rasa facilita em muito o manejo diário, alegres cativam qualquer um e versáteis pois além de atuar com coragem e disciplina, são companheiros adoráveis. 

 


 

 

A LENDA DO BOXER (*)

O Boxer atual descende de uma mistura da raça alemã de cães de caça conhecida como Bullenbeiser e do primitivo buldogue inglês. Mas há uma lenda encantadora sobre a raça, citada por Herr Philip Stockmann em seu livro sobre o Boxer:
" No começo da Criação, no Sexto dia, depois que o Céu e a Terra haviam sido criados, Deus criou os animais de todas as variedades e para todas as finalidades possíveis para habitar a Terra. E criou o homem para que reinasse sobre os animais. Mas, para que o homem não ficasse só entre os animais, Ele criou os cães, de diversos tipos, de modo que o homem pudesse escolher seu companheiro predileto - pequeno ou grande, alto ou baixo, marrom, preto, branco, malhado u tigrado, com pêlo comprido ou curto. E Deus viu que eles eram tão bons. Tão bons quanto Ele disse: "Vou fazer um cão superior, um cão que esteja acima de todos os outros, que possuirá a beleza, a força, a velocidade e a coragem sutilmente mescladas à lealdade, à nobreza, à vigilância e à amabilidade".
Então ele pegou o barro mole, e com ele moldou o cão ideal na forma do Boxer, exceto pelo focinho, que, como nos outros cães, era sensível e elegantem a suprema perfeição em matéria de focinho. Quando o colocou para secar, Deus estava satisfeito e disse: "Este é de fato o cão perfeito".
Embora o Boxer ainda não estivesse endurecido, já estava pronto em todos os outros aspectos e ouviu que Deus dissera a seu respeito, enchendo-se de orgulho. Assim, enquanto seguia seu caminho, disse aos outros cães: eu sou ocão perfeito, pois ouvi isso de Deus. Olhem para mim e terão de admitir que sou melhor que vocês. Os cães pequenos concordaram no ato; os cães de tamanho médio, embora não totalmente convencidos, não estavam preparados para discutir o assunto; já, os cães grandes ficaram decididamente irritados, pois eram maiores e mais fortes que o Boxer, e por isso, procuraram deixar o assunto bem claro, provocando o Boxer e o diminuindo por conta do seu tamanho, até que irado, o Boxer lançou-se sobre o maior deles.
Mas ai!
O Boxer havia se esquecido de que ainda não estava seco e seu magnífico focinho, a suprema perfeição dentre os focinhos, ficou amassado, sua cara lisa ficou enrugada e o Boxer, ao dar-se conta do ocorrido, ficou muito preocupado.
E então, Deus que tudo vira, sorriu e disse: "Porque você é o meu predileto, receberá como único castigo, aquele que você mesmo já se deu. Terá de usar para sempre essa cara, do jeito que você a fez ficar hoje".

(*) extraída do Livro "O Boxer".

 

 

 

 

Doris e ninhada

Tob (macho de criação Lord Manske, criado dentro de casa)

Tob e Poker - dois machos convivendo pacificamente; Tob não mora no canil, somente frequenta nossa hospedagem

Disposição

OBJETIVO DE CRIAÇÃO

Nosso objetivo  é procurar  sempre produzir filhotes melhores que seus pais, para isso estudamos todos os acasalamentos que realizamos para que possamos minimizar os erros e aumentar as possibilidades de filhotes o mais próximos do padrão oficial possível. Sempre buscamos aliar temperamento com conformação, pois na nossa concepção nada adianta um cão que é belo, porém sem funcionalidade. 

 Com isso, o que buscamos a oferecer são filhotes com excelência genética, temperamento, conformação e condição de saúde e sempre somos gratos aos eternos parceiros, amigos, clientes e clientes que se tornaram amigos, dirigentes de clubes, handlers, adestradores, funcionários, e todos que de uma maneira ou de outra nos auxiliam a dar continuidade ao nosso trabalho.

 

o filhote é sempre sedutor!

Doris e Dorinha, mãe e filha...convivência pacífica

Poker e seus dois filhos (Ninhada O - Suprema e Poker)

Energia


CONVIVÊNCIA COM AS CRIANÇAS

A convivência do Boxer com as crianças, de qualquer idade, costuma ser pacífica e proveitosa, existe por parte do cachorro um respeito natural com a criança, e dele também provê um sentimento de sentinela e guardião, o qual faz com que a criança se torne protegida, pois o Boxer se interpõe ao assedio de pessoas que não sejam da convivência da casa.

As crianças maiores também desfrutam da sentinela do Boxer, porém aproveitam também a sua alta energia e disposição para as brincadeiras sejam de correr, de luta, de lançamento de objetos, etc. O Boxer, em qualquer que seja a descrição da raça, sempre haverá uma frase na qual se afirma que sua tolerância com as crianças faz dele a babá dentre os cães.

 

Daniel, nosso filho com 6 meses e Poker

                                                                      

Daniel, nosso filho com 7 meses e Nabuco


 NA GUARDA

Treinado ou não, o Boxer não se acovarda na hora do ataque. Muitos pensam que por apresentar um temperamento alegre e festivo, esta raça não passa de mais um companheiro; na verdade, é também um excelente companheiro, porém seu temperamento equilibrado e sua alta percepção o faz distinguir o momento em que se faz necessário a imposição de sua força. Não é do tipo de cães de guarda que se precisa prender quando chega uma visita ou estranho, fica solto, o que transmite mais segurança e efetiva guarda ao dono e familiares. Também, não é um guarda territorial, o Boxer gosta e precisa estar com gente, só assim é que a raça mostra seus verdadeiros dotes de guardião. O Boxer é equilibrado, seguro, autoconfiante, corajoso determinado.

         

Poker, testado pelo amigo e criador Fabio Vitorino

        


DEPOIMENTOS

1 - Fabio Paim - proprietário do Boxer Rajá (ninhada P: Xôca / Poker, de 15/10/07)

 

"Já é o segundo boxer que eu tenho em apartamento. A primeira, Hannah, nos deu quatorze anos de uma convivência maravilhosa. Agora, o Rajá, que completou cinco meses hoje, segue o mesmo caminho: educado, alegre e muito carinhoso, já é a paixão de toda a família, principalmente dos meus filhos, de quatro e seis anos, de quem é o primeiro cão. O boxer se adapta maravilhosamente bem à vida em apartamento. Como qualquer cão, precisa de exercícios diários, disciplina e carinho. Quando satisfazemos essas necessidades, os cães desta raça têm uma vida plena e feliz, mesmo que o espaço não seja dos maiores, tornando-se rapidamente mais um membro da família. O pelo curto e o temperamento do boxer, extremamente apegado a todas as pessoas da casa, facilitam ainda mais essa adaptação."
Fabio Paim - proprietário do Boxer Rajá (ninhada P: Xôca / Poker, de 15/10/07)

 

Fotos Fabio Paim/RJ - mar/2008 

         

Fotos Fabio Paim/RJ - mar/2008

         

Fotos Fabio Paim/RJ - mar/2008

 


2 - Conviver com "BOXER"

Ana e Antonio
Moramos em apartamento e convivemos com um Boxer há 3 anos , ele veio com 70 dias e aí iniciou o convivio e amizade . De inicio ele dormia na area de serviço e ensinamos a fazer as necessidades em um pedaço coberto com jornal , as vezes "fazia" fora do jornal , mas logo aprendeu .Em pouco tempo aprendeu a fazer na area limitada pelo jornal .

O Boxer tem temperamento carinhoso e bastante companheiro , está sempre junto de um de nós , raramente fica sózinho , tanto que atualmente dorme em nosso quarto , ao lado da cama . Quando saimos por algumas horas , ele fica quieto , mas quando chegamos a alegria na recepção é emocionante , ele não sabe o que fazer para nos agradar na recepção

Enfim é muito gratificante conviver com "Boxer" , tanto que se tivesse espaço , teriamos de dois a tres !

ANA & Antonio Helou - jun 2009 (proprietários do Boxer "TOB" - Zeca Tob d' Lord manske)